Dano moral nas relações de trabalho

Apresentadora: Selma Carloto

OVERVIEW

Vivemos uma fase em que cresce a banalização do dano moral no mundo corporativo, onde os empregados, aproveitando-se do caráter protecionista da justiça do Trabalho, onde contamos ainda com a inversão do ônus da prova, entram com ações trabalhistas, pleiteando dano moral pelas mais diversas razões.

Trata-se tanto de situações em que o empregado banaliza o dano moral e pleiteia indenização por razões infundadas, mas também, de situações, em que os empregadores, pela omissão e ausência de treinamento adequado, deixam ocorrer acidentes de trabalho com repercussões prejudiciais aos trabalhadores e às empresas, condenadas estas, muitas vezes, a pagar altíssimas indenizações, as quais somam quantias que extrapolam os valores da soma de todos os demais pedidos em uma ação trabalhista.

Diante disso, a única solução é praticar-se uma advocacia trabalhista preventiva, a qual é de simples entendimento, mesmo para leigos e evitar a prática de certos erros ou irregularidades geralmente desconhecidos por estes e até por advogados de outras áreas. Este treinamento envolve empresas em todos os setores de nossa economia, uma vez que enfoca os vários tipos de trabalhadores.

Estes treinamentos preventivos dividem-se em três etapas: terceirização e outros contratos de trabalho sem fraudar a CLT, prevenção de passivos trabalhistas e agora, o novo treinamento sobre dano moral. Com esses três treinamentos, a empresa consegue evitar qualquer passivo trabalhista, desde que, seguindo as orientações da instrutora e lembre-se que o passivo trabalhista é o mais alto que pode existir no mundo corporativo e que, muitas vezes, pode até quebrar uma empresa.

PÚBLICO-ALVO

Gestores de empresas, como gerentes, diretores, analistas, psicólogos e outros profissionais que trabalhem com recursos humanos , advogados e outros interessados em empresas de TODOS OS RAMOS DE ATIVIDADE.

BENEFÍCIOS

  • CONHECER as melhoras práticas e estratégias de blindagem trabalhista.
  • IDENTIFICAR o que necessita ser corrigido em cada caso concreto para evitar-se passivos trabalhistas dentro da empresa.
  • EVITAR reversões de justa causa, pagamento de indenizações altas por dano moral praticado por empregados ou prepostos, autuações do Ministério do Trabalho e ações do Ministério Público do Trabalho.
Deixe uma Resposta.

Você deve estar logado para postar um comentário.